22/02/2012

Resenha: Lua Escarlate - Água/Vinho

Livro de Catalina Terrassa


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Skoob | Blog da autora | Clube de Autores





Lua Escarlate é uma série que conta a história dos Saint-Claire, uma família de ex-vampiros que foge da Grécia e se muda para a cidade de St. Helens, no estado do Oregon, EUA. Eles desejam um recomeço, mas são sempre perseguidos pelo passado, à espreita para atacá-los. Celine, a matriarca, e seus três “filhos” devem se adaptar a uma nova vida, ou melhor, a um “tratamento” que lhes devolveu a possibilidade de envelhecer. Mas existe um problema: antes de abandonarem seu antigo lar, os Saint-Claire desobedeceram a lei, pois tornaram-se água. E a água jamais deve saber da existência do vinho.


21/02/2012

Sergio Carmach no Books Lovely

Mais um blog conversa com o autor


A entrevistadora

Oi, gente!
Não deixem de ler mais uma entrevista com o autor Sergio Carmach, feita desta vez pelo lindo blog Books Lovely, que também já havia resenhado o livro Para Sempre Ana. Agradecemos mais uma vez à Rayra pelo espaço e pela oportunidade!

16/02/2012

Dois blogs se unem para sortear Para Sempre Ana

Rimas e Cantinho darão um exemplar


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Olá, amigos!
Não perca essa oportunidade de ganhar o livro!
Os blogs Rimas do Preto e Cantinho de uma Garota estão sorteando um exemplar de Para Sempre Ana. A propósito, os dois já fizeram resenhas do livro (vejam nessa relação ou no Skoob). Vamos participar?
É só até o dia 12 de março!
Um grande abraço!

14/02/2012

Resenha: Você Tem Meia Hora

Livro de Camila Nascimento Silva


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Na noite de réveillon, Bia é abandonada por Arthur, com quem namorava há três anos, morava há dois e pretendia se casar daqui a um. À beira dos trinta - o que é uma tragédia, pois o que era para dar certo já deveria ter dado e o que deu errado não daria mais tempo de consertar – sente que deve se casar logo. Caso contrário, estará condenada ao calabouço da solteirice, brigando pelo buquê nas festas de casamento e conhecendo homens que mentem a idade, o estado civil e a foto na internet. Mariana acha que a melhor amiga está exagerando, pois até um pé na bunda te empurra para a frente. "Reinventar-se" é A palavra! Porém, para isso, Bia precisa ir para o lugar onde todo mundo vai quando dá essas loucas: Londres. E concorrer à vaga de emprego mais disputada do século XXI. Mas será que uma mudança pode mesmo dar certo quando se leva na bagagem uma história tão mal resolvida?

“Infelizmente – ou felizmente – na vida real é proibido ter certeza e os caminhos nunca se apresentam de forma bem definida tipo preto ou branco. As escolhas variam numa ilimitada gama de cinzas claros e escuros e é sempre arriscando que fazemos decisões, porque sofrer também faz parte do processo ou, como diria Eça de Queiros, a cada viver corresponde um sofrer.” (p.95)

11/02/2012

Amor Platônico

Conheça a música das Tartarugas Algemadas


Olá, amigos!
Assim como a literatura, música também é arte e merece ampla divulgação. Então, trago para vocês um VÍDEO feito por nosso parceiro, Diogo Pimenta. Espero que curtam.
Um grande abraço!

02/02/2012

June

É a passividade de não lutar que deve ser banida


Disperazione, do artista italiano Mauro Brilli
Eu me deparei com uma postagem da escritora Gisele Aparecida Pereira da Silva, autora do livro June, e me identifiquei de imediato com o texto. A sintonia de ideias foi tanta, que resolvi transcrever as palavras dela aqui no blog e, além disso, promover seu livro. Mas não sem antes fazer umas indagações. Quem causa mais indignação? O flanelinha ou o motorista que se dispõe a pagá-lo? O político ladrão ou os eleitores que votam no safado? O policial que pede uma “cerveja” ou o subornador? O traficante ou o comprador de drogas? Os produtores dos programas televisivos de quinta categoria ou os telespectadores que os assistem? De minha parte, respondo que é sempre a segunda opção, pois, no meu modo de ver as coisas, o mundo não é dividido entre oprimidos coitadinhos e opressores malvados que trucidam suas pobres vítimas sem piedade (quem já leu meu livro sabe que tenho uma visão bem distante do maniqueísmo). Se o mundo é uma titica, a culpa é de todos. Em geral, o “oprimido” está nessa condição por conveniência ou porque plantou a situação para si; e o “opressor” age como age por existir uma demanda por “opressão”, ou porque o “oprimido” tem uma conivência velada com o próprio “opressor”, ou porque a coletividade tem uma preguiça estúpida de se rebelar contra o que é sabidamente errado... Bem... A Gisele não tem nada a ver com o que estou falando rs. As palavras dela só me remeteram a esse discurso que eu cultivo há tempos. Quem quiser conhecer o que essa escritora realmente tem a dizer (e parece ser algo muito bom) leia o texto abaixo.
Um grande abraço!

Na sequência, o TEXTO DA GISELE, extraído deste endereço.
Quando leio os jornais ou ligo a TV, sempre me questiono, sem pudor algum, o que realmente somos para tolerarmos tanta futilidade... É sempre a mesma coisa: uma mulher que ficou famosa por alguns dias, tirando fotos caseiras nuas e postando no Twitter; alguém que estava sambando em alguma quadra e “mostrou demais”; agressão a policiais; agressões de policiais; futebol; e um certo diretor de uma certa rede global de TV falando sobre uma certo programinha, famoso neste ano por conta de uma certa notícia de estupro...

Esse liquidificador de falta de gosto me recordou o trecho do livro, que resolvi colar abaixo... Acho que não há muita diferença entre ser um escravo, como June descreve, e um bando de ouvintes, leitores ou telespectadores que se sujeitam a alimentar esse tipo de mídia, pois afinal de contas, a UOL somente é UOL porque nós, os consumidores, a tornamos UOL; a Rede Globo somente é Rede Globo porque a tornamos Rede Globo; a política brasileira é vergonhosa porque nós, brasileiros, a deixamos se tornar vergonhosa...

Não é o ato de escravizar que deve ser combatido... É a passividade de não lutar que deve ser banida... Portanto... acho que o trecho abaixo nada mais é que uma dica...

24/01/2012

Resenha: Por Linhas Tortas

Livro de Cynthia França


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Por Linhas Tortas conta uma história de amor e de superação. A história da mulher que compreendeu a importância de assumir a sua individualidade e as rédeas do seu destino. Tímida e introspectiva, Ester conhece cedo o amor da sua vida e acredita que, com ele, será feliz para sempre. Até que a vida a surpreende com um fato inesperado, e ela percebe que não pode vagar pelo mundo como uma sombra, à mercê das adversidades que nos espreitam em todos os lugares. Decidida a mudar, ela dá uma guinada em sua vida e se lança em uma jornada, sinuosa e ao mesmo tempo delicada, em busca de si mesma.

21/12/2011

Resenha: A Peste

Livro de Albert Camus - uma obra de gênio


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Na década de 40 do século XX, a cidade argelina de Oran começa a ser invadida por ratos agonizantes. A cada dia, maior é a pilha de animais mortos. Não demora para os habitantes da localidade também começarem a perecer, vitimados pela terrível peste negra. Quando as autoridades percebem a situação sair de controle, fecham as portas de Oran. Quem estava fora não pode retornar, tornando-se um exilado; quem estava dentro não pode sair, tornando-se um prisioneiro. Publicado em 1947, a obra chegou a ser encarada como uma alegoria da II Guerra Mundial, evento histórico no qual a peste nazista ocupou países, criou campos de concentração e infectou o continente europeu.

20/12/2011

O poder do nome (2)

A "crença na celebridade"


Na postagem O poder do nome, eu defendo a tese de que as pessoas consomem celebridades, e não qualidade. E isso explicaria por que os livros do Jô Soares, mesmo sendo tidos como meramente medianos pela maioria dos leitores, sempre viram best-sellers.

Sempre que falo sobre o poder do nome como um fator que incrementa as vendas de qualquer produto, lembro de uma história engraçada. No início dos anos 90, eu e meu irmão estávamos procurando um disco em uma loja no Flamengo, chamada Hard Heavy. Como debatíamos sobre o Deep Purple, um outro comprador veio puxar conversa e soltou a seguinte pérola: “Esses caras podem lançar cocô em forma de vinil, que eu compro”. Bem... Nesse caso, dá até para entender a atitude, pois o tal camarada levava fé na qualidade dos discos futuros em função dos brilhantes lançamentos passados da banda. Mas no caso do Jô e de tantas outras personalidades que vemos por aí, as pessoas compram seus produtos não em função de uma qualidade pretérita que eles tenham demonstrado na área específica em que estão se aventurando (o Jô já lançou algum livro que possa ser adjetivado de “genial”?), mas em virtude de um fenômeno que eu chamo de “crença na celebridade”. As pessoas pensam: “Se é famoso, vale a pena”.

19/12/2011

Resenha: Escapismo

Livro de Rafaela Rocha Macedo


O livro no Skoob
Olá, amigos!
Neste post, trago mais uma resenha de um livro nacional. Vale mesmo a pena dar uma conferida! Vamos ler?

Escapismo utiliza alguns elementos já bastante explorados nos últimos anos pelo mercado literário, como vampiros e reinos mágicos. Mas termina aí a semelhança com qualquer outro livro que se possa ter em mãos. Escapismo é realmente criativo e diferente. Diferente na abordagem, na ousadia, na beleza do texto... Dividido em seis contos (veja mais abaixo um breve resumo de cada um), traz duas estórias diferentes.

Interessante notar que Rafaela explora a dualidade humana no livro, dando à primeira estória uma conotação mais espiritual, enquanto imprime à segunda um forte apelo carnal. Nesse último aspecto, também cabe destacar que Escapismo trata com maravilhosa naturalidade conceitos tidos como tabus (homossexualidade, a possibilidade de se amar duas pessoas ao mesmo tempo).

09/12/2011

O poder do nome

O mérito é das obras ou da fama?


O mundo literário está presenciando mais um momento de euforia com o lançamento de As Esganadas, cujo autor nem precisa ser nomeado. Mas toda essa histeria tem a ver com a qualidade da obra ou acontece por outros motivos? Permitam-me algumas considerações:

Confesso que não sou um grande fã de Jô Soares. Eu gostava muito da primeira fase do programa Viva o Gordo, exibida na TV Globo no início dos anos 80. Na época, eu ainda era adolescente e ria muito com o Capitão Gay, o Reizinho e outros tipos. Mas, com o passar dos anos, o programa foi me parecendo cada vez mais sem graça. Não sei se o Jô começou a perder a mão ou se fui eu que fiquei menos bobo rs. Fato é que passei a achar os novos tipos meio infantis e as piadas muito pueris. No final dos anos 80, o Jô se lançou como entrevistador no SBT. Hoje, já de volta à Globo, ele está bem solto nessa função e dá verdadeiros shows em suas entrevistas, mas, na emissora do Sílvio Santos, ele parecia um pouco travado e sem expressão. Para perceber a diferença, basta ir no YouTube e comparar uma entrevista atual com outra do final dos anos 80 ou do início dos anos 90. Jô também passou um tempo escrevendo para a revista Veja. E, na minha opinião, esse foi um dos trabalhos mais pobres que ele já fez. Os textos – um reflexo, talvez, do acúmulo de atividades – chegavam a ser constrangedores (pena eu não ter nenhum guardado para mostrar).

Um bom livro ou um bom nome?
Quanto às incursões literárias do humorista (assunto que verdadeiramente me interessa nesta postagem), não posso ser leviano e emitir opiniões, pois jamais terminei um livro dele. Mas eu percebo um fenômeno interessante. As pessoas parecem ler os livros do Jô em uma eterna expectativa de encontrar genialidade nos textos. A maioria não encontra no primeiro, mas dá uma chance ao segundo; não encontra no segundo, mas dá uma chance ao terceiro... E, assim, vão transformando em best-sellers livros medianos. Uma prova disso é que, no Skoob, todos estão na faixa das 3 estrelas. E muitos leitores mostram sua decepção também nas resenhas, mencionando que as histórias do Jô são fracas, que as piadas são infantis e que ele abusa da pseudointelectualidade. Aliás, foi interessante escutar o Jô, em seu programa, contando como entrou no mercado literário. Ele disse que apresentou o original de O Xangô de Baker Street a um amigo figurão (infelizmente esqueci qual). Esse amigo teria avaliado negativamente o livro, mas o Jô, claro, conseguiu publicá-lo. Terminando sua narrativa, ele lançou um chiste para o entrevistado. Algo assim: “Quando o livro chegou à marca dos 500.000 exemplares vendidos, eu falei: ‘É... Realmente não é muito comercial, não!’” (provocando um claro mal-estar na plateia). Essa história deixa evidente o seguinte: as editoras lançam nomes; e os leitores, de certa forma, também consomem nomes. Não é preciso ter muita imaginação para saber o que aconteceria se o original de O Xangô de Baker Street fosse enviado a uma editora por um autor qualquer. Também não é preciso pensar muito para saber como os leitores reagiriam ao lançamento do Xangô se o livro não fosse assinado pelo famoso humorista. É triste, mas verdade.

Termino com uma pergunta fácil de responder: o mérito pelas vendas estratosféricas citadas pelo Jô está na qualidade do produto ou na assinatura que se vê na embalagem? E outra: Será que ele tem consciência disso? É... A vaidade, mais do que a paixão, cega!

01/12/2011

Resenha: Impacto Fulminante

Livro de Valentine Cirano


Uma ordem secreta da antiga Babilônia ainda poderia espalhar medo ou terror aos habitantes da Terra? Os membros remanescentes dessa ordem poderiam resgatar os poderes do antigo deus babilônico e, assim, levar pânico e destruição aos quatro cantos do planeta? O assassinato brutal do artista plástico Gregory Andersen leva Richard Brown e Suzan Antonelli, historiadores britânicos convocados pela polícia de Londres, a identificar o significado de estranhos caracteres e pistas deixados pela vítima, pintados com seu próprio sangue numa toalha segundos antes de sua morte. As marcas deixadas por Gregory e um estranho quadro por ele pintado levam Richard e Suzan a uma aventura frenética em busca do legendário tesouro de Dario, portador dos terríveis poderes das trevas dos deuses pagãos. Perseguições implacáveis, conduzidas por um assassino cruel e sanguinário, fazem com que a aventura se torne um jogo mortal, onde Suzan e Richard precisam lutar pela própria sobrevivência. Os membros da ordem secreta buscam desesperadamente resgatar os poderes ocultos para a conquista planetária, criando um exército imbatível, capaz de fazer com que todas as forças terrenas se curvem diante dos poderes das trevas. Seria possível impedir essa catástrofe que dizimaria os habitantes do planeta?

20/11/2011

Resenha: O Soldado da Luz

Livro de Thiago Costa Santana


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Sinopse:
(a sinopse abaixo foi feita pelo autor da resenha. Para ler as oficiais, clique nos links abaixo da capa ao lado)

Elden, importante comandante da guarda real, retorna de uma viagem e descobre que Estriges, uma amiga de infância, foi acusada de bruxaria e está presa no castelo aguardando a execução. Na cela, a moça confessa a Elden ter mesmo poderes de magia, mas diz que os usa para o bem. Ela seria uma bruxa da luz e ele, segundo a acusada, um soldado da luz. Mesmo sabendo que será considerado um traidor, Elden a liberta após ter uma visão, na qual homens e bruxos perversos se enfrentam ferozmente. Já a sós com Estriges na floresta, o soldado da luz descobre que é o único com poderes para impedir a volta de Esbat, o mais malévolo e poderoso dos bruxos, exilado em um mundo esquecido há mil anos. Se falhar, os homens serão destruídos. Para cumprir essa missão, Elden precisará achar a espada de Crã e, com ela, matar o herdeiro de Esbat em um ritual. Mas quem seria esse herdeiro? Onde estaria a espada, que também é cobiçada pelos bruxos das trevas? E a aventura para salvar o mundo começa...

14/11/2011

Trechos de resenhas do livro Para Sempre Ana

Opiniões de diversos leitores

(veja aqui uma lista com todas as resenhas)

“É um romance sensível, que deve ser lido aos poucos, degustado, entendido. (...) Para Sempre Ana é um livro que ficará guardado na minha memória por muito tempo, como Além da Neblina, de Cândida Vilares e Vera Vilhena, que li quando era criança e nunca mais esqueci”
Vicky Doretto – A Lua na Minha Janela

“A trama é muito bem amarrada e tecida em torno de mistérios. Quando se pensa que a história está num rumo, no qual se pode prever um acontecimento, ocorre uma reviravolta ou surge um novo ponto, fazendo com que o leitor se surpreenda com os motivos mostrados.”
Elisandra – A Magia Real

31/10/2011

Skoob, cadê você?

Bom, mas problemático


O nome Google é uma brincadeira com as letras, uma corruptela da palavra “googol”, termo que designa o número 1 seguido de 100 zeros (10.000.000.000.
000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.
000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.
000.000.000.000.000.000.000.000.000.000).
Esse é o maior número batizado pelo homem. Ele é tão descomunal, que excede o de estrelas no universo (algo em torno de 1 seguido de 22 zeros, ou seja, 100 bilhões x 100 bilhões). Vê-se que essa corruptela tem tudo a ver com a proposta inicial da empresa Google: permitir pesquisas na rede com uma quantidade absurda de resultados.

Os idealizadores do Skoob, talvez inspirados na multinacional americana, também resolveram brincar com as letras na hora de dar nome à sua criação. Skoob não tem nada a ver com o parceiro do Salsicha. É simplesmente “books” ao contrário, ou seja, é um anagrama em inglês da palavra “livros”. Nome muito bem escolhido por sinal, já que o site virou referência para quem ama o mundo dos livros, sendo usado por um grande número de blogueiros da área literária e por leitores e autores em geral.
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abcs